terça-feira, 17 de junho de 2014

"VINTE E CINCO": MORRE O ÚLTIMO CANGACEIRO DO BANDO DE LAMPIÃO AOS 97 EM MACEIÓ



Está sendo velado em uma das capelas do Cemitério Parque das Flores, no bairro do Farol, em Maceió, o corpo do último componente do bando de Virgulino Ferreira da Silva, o "Lampião", na manhã desta segunda-feira (16). Ele morreu neste domingo depois de ter complicações respiratórias em casa, no bairro do Salvador Lyra, região localizada na parte alta de Maceió.


José Alves de Matos era conhecido entre os companheiros como "25". Ele tinha 97 anos e estava na companhia dos netos quando sentiu falta de ar e foi socorrido imediatamente até um hospital particular da cidade, mas não resistiu e morreu.


Em entrevista ao TNH1, o neto de José Alves, Clayton Matos, disse que foi criado como filho por ´25´, e que a morte deixou toda a família abalada. "Meu avô fez parte da história do país e foi um grande pai para todos nós", lamentou Clayton. Ele deixa seis filhos e 16 netos.

 

No ano passado, um colega da ´volante´, conhecido como "Candeeiro" também faleceu. Ainda segundo Clayton, ´25´ e Candeeiro eram muito chegados. "Meu avô vivia de memórias e merece ser homenageado por participar da história do Cangaço", concluiu o neto.

 
O cangaceiro compôs o grupo liderado por Lampião que atuou entre os anos de 1922 e 1938, quando a volante foi capturada e a maioria de seus componentes degolada. Eles costumavam invadir várias cidades do interior nordestino, praticar saques e enfrentar a polícia local. Conhecidos por sua valentia, até hoje os fatos geram polêmica. Enquanto alguns consideram Virgulino herói, para outros ele foi um vilão sanguinário.


segunda-feira, 16 de junho de 2014

Dupla que promovia assaltos audaciosos é presa menos de 24 horas após assalto em Coelho Neto


Uma dupla de assaltantes identificada por Cristina Martins dos Santos 19 anos, e o compassa identificado por Bento, de aproximadamente 24 anos ambos residentes no bairro anil foram presos em menos de 24 horas após praticar um roubo neste último domingo (15), no estabelecimento comercial Coma Avelocalizado na rua Justino da Silva Bastos, na ferinha.

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A dupla vinha realizado assaltos em Coelho Neto, e na cidade de Buriti de Inácia Vaz, e nesta segunda-feira (16), por volta das 09h30 uma guarnição da Polícia Militar da 3ª Companhia do 2º BPM, do Município de Coelho Neto (a 360 km da capital maranhense), Comandada pelo Capitão Flávio, e o Agente de Investigação da Polícia Civil Albino Klauberth, prenderam a dupla em uma residência na rua C no Bairro Sarney, ao perceberem a chegada dos policiais, Bento reagiu sacando um revólver calibre 38, efetuando dois disparos em direção dos policiais que reagiram e alvejaram o acusado com um tiro no abdômen.

Com eles os policiais encontraram três celulares, arma, munição, e o valor de R$ 90,00 (noventa reais) em dinheiro, após a prisão Cristina foi levada para o Distrito Policial da cidade de Coelho Neto onde será autuada em flagrante por assaltos e disparos em via pública.
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O segundo indivíduo conhecido por Bento foi levado para a Casa de Saúde e Maternidade, mais teve que ser transferido para um hospital de Caxias para ser submetido uma cirurgia para a retirada do projétil, o mesmo estar consciente e não corre risco de morte, após o procedimento cirúrgico o acusado será recambiado para a carceragem da delegacia onde será autuado em flagrante por porte ilegal de arma de fogo resistência à prisão, e assalto a mão armada.

Morre em SP o bilionário Moise Safra

Um dos fundadores do banco Safra, ele morreu no Hospital Albert Einstein.
Fortuna era avaliada em mais de US$ 2 bilhões, segundo a revista 'Forbes'.

Moise Safra em fotografia feita em 2008 em São Paulo (Foto: Arquivo/Janete Longo/Estadão Conteúdo)

O bilionário Moise Safra morreu neste domingo (15) em São Paulo, aos 79 anos. Moise lutava contra um câncer e sofria de mal de Parkinson, como informou a Rádio CBN. Ele estava internado no Hospital Israelita Albert Einstein, no Morumbi, Zona Sul da cidade. Moise, irmão do banqueiro Joseph Safra, foi um dos fundadores do Banco Safra.

De acordo com a revista americana "Forbes", sua fortuna pessoal estava avaliada em US$ 2,2 bilhões. Ele ocupava a 26ª posição na lista dos homens mais ricos do Brasil. Em 2006, Moise vendeu sua metade no negócio para o irmão Joseph.

Em 2013, o co-fundador do Banco Safra comprou 40% do prédio da montadora General Motors em Manhattan, nos EUA. A aquisição foi feita em parceria com o bilionários chinês Zhang Xin.

Moise deixa a mulher, Chella Cohen Safra, e cinco filhos.

Trajetória familiar
De origem libanesa, Moise é filho de Jacob Safra. Desde meados do século 19, familiares de Jacob Safra fundaram em Aleppo, na Síria, o Safra Frères & Cie, instituição financeira para empréstimos e operações de câmbio e ouro. Foi em 1920 que Jacob abriu o Jacob Safra Maison de Banque, em Beirute, no Líbano.

A mudança da família para o Brasil ocorreu na década de 1950, quando iniciou com os filhos a criação do conglomerado financeiro. Moise estabeleceu em 1998 a empresa de gestão de recursos M. Safra & Co. nas cidades de São Paulo e Nova Iorque, nos EUA.

EUA estudam manter conversas com o Irã sobre avanço rebelde no Iraque

Ação conjunta entre EUA e Irã seria inédita desde 1979.
Regime xiita de Bagdá enfrenta rápida progressão jihadista sunita.

Homens de tribo do Iraque levantam suas armas enquanto se preparam para se juntar às forças iraquianas que lutam contra rebeldes jihadistas (Foto: AFP PHOTO/HAIDAR HAMDANI)

Os Estados Unidos estão contemplando realizar conversas com o Irã, país rival, a fim de apoiar o governo iraquiano em sua batalha contra insurgentes islâmicos sunitas que expulsaram o Exército iraquiano e tomaram o controle do norte do país na semana passada. O país também considera o uso de drones para ataques aéreos no Iraque.
A impressionante investida de militantes do grupo Estado Islâmico do Iraque e do Levante (EIIL) ameaça desmembrar o Iraque e desencadear uma guerra sectária no Oriente Médio, que não respeitaria fronteiras nacionais.

O secretário de Estado americano, John Kerry, disse estar disposto a cooperar com o Irã, tradicional inimigo de Washington, para tentar resolver a crise no Iraque.
"Não descartaria nada que fosse construtivo", afirmou Kerry ao Yahoo News, acrescentando que ataques com drones são uma opção para deter o avanço jihadista no Iraque.

“Eles não são a resposta completa, mas podem ser uma das opções importantes”, disse Kerry. “Quando você tem pessoas matando, assassinando, cometendo esses massacres, você precisa parar isso.”

Uma imagem enviada em 14 junho de 2014 no site jihadista Welayat Salahuddin supostamente mostra militantes do Estado Islâmico do Iraque e do Levante (ISIL) durante uma execução de dezenas de membros das forças de segurança iraquianas capturados (Foto: AFP Photo/HO/Welayat Salahuddin)

Apesar de deixar a porta aberta para discussões diplomáticas, os EUA não têm planos de consultar o Irã sobre uma possível ação militar no Iraque. O porta-voz do Pentágono, contra-almirante John Kirby, afirmou aos jornalistas que não há qualquer intenção ou plano de coordenar ações militares entre Estados Unidos e Irã.

Uma ação conjunta entre os Estados Unidos e o Irã ajudaria o governo de seu aliado em comum, Nuri al-Maliki, primeiro-ministro do Iraque, e seria uma ação inédita desde o começo da animosidade entre os dois países após a revolução iraniana de 1979. Isso também demonstraria o grau de alarme ocasionado pelo avanço da insurgência.
Os combatentes do EIIL capturaram a cidade de maioria turcomana de Tal Afar, no noroeste do país, durante a noite, após um pesados combates no domingo, solidificando seu controle no norte.

Tal Afar fica a pouco tempo de carro de Mossul, a principal cidade do norte iraquiano, a qual foi tomada por combatentes do EIIL na semana passada durante o início de uma ofensiva que mergulhou o Iraque em sua pior crise desde que as tropas dos EUA se retiraram do país.

Um alto oficial dos EUA, falando sob condição de anonimato, disse no domingo que Washington estava considerando fazer contato com o Irã para encontrar maneiras de auxiliar o governo deBagdá. Publicamente, a Casa Branca diz que tal contato ainda não foi feito.


As considerações dos EUA acontecem um dia após o presidente iraniano, Hassan Rouhani, um moderado eleito no ano passado, ter dito que Teerã consideraria trabalhar com os Estados Unidos no Iraque se visse que Washington estava disposto a confrontar “grupos terroristas”.

FHC diz lamentar que Lula tenha levado campanha a níveis 'tão baixos'

Tucano criticou em rede social declarações feitas pelo ex-presidente em SP.
Para Lula, FHC estabeleceu 'promiscuidade' entre Executivo e Congresso.

GNews - Fernando Henrique Cardoso, FHC (Foto: globonews)

Em um novo episódio da recente troca de farpas pública entre petistas e tucanos, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso disse nesta segunda-feira (16), por meio de uma rede social, lamentar que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva tenha vestido a "carapuça" e tenha baixado o nível da disputa presidencial.

Neste domingo (15), durante convenção que oficializou o ex-ministro Alexandre Padilha como candidato ao governo de São Paulo, Lula ironizou declarações feitas na véspera por Fernando Henrique. Segundo o petista, seu antecessor no Palácio do Planalto deveria dizer quem "estabeleceu a maior promiscuidade entre Executivo e Congresso Nacional quando começou a comprar votos para ser aprovada a reeleição em 1996".

"Lamento que o ex-presidente Lula tenha levado a campanha eleitoral para níveis tão baixos. Na convenção do PSDB não acusei ninguém; disse que queria ver os corruptos longe de nós. Não era preciso vestir a carapuça. A acusação de compra de votos na emenda da reeleição não se sustenta: ninguém teve a coragem de levar essa falsidade à Justiça", escreveu Fernando Henrique em sua conta pessoal no Facebook.
Lamento que o ex-presidente Lula tenha levado a campanha eleitoral para níveis tão baixos. Na convenção do PSDB não acusei ninguém; disse que queria ver os corruptos longe de nós. Não era preciso vestir a carapuça"

Fernando Henrique Cardoso, ex-presidente da República

O PSDB oficializou no sábado (14), em convenção nacional, a candidatura do senador Aécio Neves (MG) à Presidência da República. Na ocasião, Aécio afirmou que um "tsunami vai varrer do governo federal aqueles que lá não têm se mostrado dignos e capazes de atender às demandas da população brasileira".
Durante o evento partidário deste domingo, Lula afirmou que o PT deverá, neste ano, fazer uma "campanha da esperança contra o ódio". Ele também previu que a disputa eleitoral deverá ter "uma boa dosagem de debate ideológico".

Ainda ontem [sábado], na convenção deles, vi o ex-presidente [FHC] falar com a maior desfaçatez 'é preciso acabar com a corrupção'. Ele devia dizer quem é que estabeleceu a maior promiscuidade entre Executivo e Congresso Nacional quando ele começou a comprar voto para ser aprovada a reeleição em 1996"

Luiz Inácio Lula da Silva, ex-presidente da República

Depois, sem citar o nome, fez uma referência ao ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. "Ainda ontem [sábado], na convenção deles, vi o ex-presidente falar com a maior desfaçatez 'é preciso acabar com a corrupção'. Ele [FHC] devia dizer quem é que estabeleceu a maior promiscuidade entre Executivo e Congresso Nacional quando ele começou a comprar votos para ser aprovada a reeleição em 1996", declarou.
Diante de uma plateia de petistas, o ex-presidente da República ressaltou ainda que o sentimento negativo em relação ao PT vem da "elite conservadora", segundo ele, incomodada com a ascensão social.

Em boa parte de seu discurso, Lula criticou os governos do PSDB e rebateu declarações dos adversários realizadas na convenção que oficializou a candidatura de Aécio ao Planalto.
"Agora, ontem o candidato dizia 'Vai ter um tsunami que vai varrer o PT do Brasil'. Ora, por que que eles não colocam o tsunami para trazer água de volta para o Sistema Cantareira, que seria muito mais fácil, que estaria ao alcance deles?", afirmou, em referência à crise no abastecimento de água na capital paulista.
Dois dias após criticar o governo Dilma Rousseff e argumentar que "as vozes das ruas querem mudança", Fernando Henrique fez um apelo nesta segunda, no Facebook, para que as lideranças políticas do país se concentrem em uma pauta propositiva na campanha eleitoral.
"Apelo às lideranças responsáveis, do governo e da oposição, para que a campanha eleitoral se concentre na discussão dos problemas do povo e nos rumos do Brasil", disse o tucano.

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso critica no Facebook declarações de Lula que o acusaram de ter comprado votos no Congresso Nacional para aprovar a emenda da reeleição (Foto: Reprodução)

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